#Cuidado na maturidade
A geriatria animal considera as mudanças fisiológicas do envelhecimento e busca manter qualidade de vida, conforto e controle adequado de doenças crônicas. O atendimento é direcionado para monitorar sinais sutis, ajustar manejo e apoiar o tutor nas decisões do dia a dia.
Animais silvestres e exóticos tendem a mascarar sinais de doença e fragilidade como mecanismo de sobrevivência. Por isso, o tutor precisa estar atento a mudanças sutis que podem indicar necessidade de acompanhamento geriátrico.
Pequenas mudanças no ambiente e na rotina podem fazer grande diferença na qualidade de vida do animal silvestre ou exótico na terceira idade.
Ajuste de poleiros para aves com artrite, rampas para répteis com dificuldade de locomoção, substratos mais macios e fontes de calor com controle preciso para animais com dificuldade de termorregulação.
Alimentos mais macios ou úmidos para animais com desgaste dentário, suplementação específica para articulações, ajuste de nutrientes para metabolismo mais lento e oferta de água em locais de fácil acesso.
Protocolos analgésicos adaptados para uso contínuo em espécies não convencionais, monitoramento de efeitos colaterais e ajustes conforme a progressão da condição clínica.
Check-ups com frequência adaptada à condição do animal, exames laboratoriais de controle, avaliação de peso e escore corporal, e ajustes no plano terapêutico conforme evolução.
Artrite, artrose e calcificações são frequentes em aves, répteis e pequenos mamíferos idosos. O manejo inclui analgesia, suplementação e adaptação do ambiente.
Disfunção renal é comum em répteis e aves idosas. O fígado também pode apresentar lipidose ou fibrose. Exames regulares permitem diagnóstico precoce.
Desgaste, má oclusão e crescimento excessivo são comuns em roedores e lagomorfos. Aves podem apresentar deformidades de bico que dificultam a alimentação.
Agende uma avaliação geriátrica para discutirmos as melhores estratégias de conforto e qualidade de vida.
Agendar avaliação geriátrica →Ou ligue: (11) 96199-9296